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quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Viajar é preciso...


“Muitos são os benefícios de viajar: a frescura que nos traz ao espírito, ver e ouvir coisas maravilhosas, a delícia de contemplar novos lugares, o encontro com novos amigos e o aprender finas maneiras” (Muslih-din-Saadi, poeta persa)

Dentro do nosso planejamento existencial existem alguns objetivos divididos em metas pessoais e grupais. Dentre as pessoais destacamos o aperfeiçoamento pessoal, nesta lista entra a leitura, o estudo e aqui, destaco uma das tarefas mais essenciais no aperfeiçoamento humano, viajar...

A viagem pode ser a trabalho, a passeio, de férias, para dar aulas, cursos, palestras ou conferências, para se aventurar, para estudar ou para pesquisar. A viagem pode ser curta, longa, pode durar um dia ou seis meses, pode ser municipal, interestadual, internacional ou intercontinental. O importante é viajar... E o mais importante é fazer de cada viagem uma oportunidade de aprendizado.

As viagens enriquecem o espírito, revitalizam as energias, enriquecem a consciência, ampliam as sinapses culturais, aumentam a tolerância com o diferente, ampliam a adaptabilidade as diferentes circunstâncias, enfim em geral, fazem as pessoas serem melhores do que eram.

Viajar traz novas perspectivas, novas oportunidades de assistência, amplia a polimatia, a erudição, amplia o leque de relacionamento além do grupo próximo e conhecido. Alguns até relatam que uma viagem bem elaborada equivale a ler uma biblioteca inteira, na verdade vale mais, pois é uma leitura vivenciada e sentida.

Citando Amyr Klink, do livro Mar sem Fim: “Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser. Que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver”

Milena Mascarenhas

3 comentários:

  1. Oi, Milena.

    Parabéns pelo artigo. Concordo que as viagens geram reciclagens e ampliam o mundo pessoal.

    No caso das itinerâncias internacionais, mais ainda,... o professor enfrentará outra cultura, alimentação diversificada... e até consciexes com pensenes diferentes.

    Pode-se dizer que as viagens aumentam a maturidade e a cosmovisão da consciência.

    Forte abraço
    Marta Ramiro

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  2. Milena, excelente suas colocações e faço minhas as suas palavras. Viajar e conhecer outras fronteiras além da nossa, nos abre a mente e nos faz ver que outros horizontes estão lá para serem vividos e experienciados. Que nosso mundo não se restringe à nossa esquina e que nosso ciclo de relacionamentos não é apenas as amizades que temos hoje, mas sim, todos aqueles nosso companheiros evolutivos de outras paragens que ficaram "perdidos" pelo caminho.
    Adorei viajar e vivenciar outra cultura, outro país, outro mundo.
    Posso dizer que voltei outra, mais madura, mais profunda, mais "educada" mais esperançosa, com tudo o que a vida ainda pode me proporcionar de novo e diferente.

    Um abraço e até a próxima "viagem".
    Cyntia

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  3. Wildenilson SinhoriniJan 13, 2011 05:21 AM

    Muito bom o texto. A experiência com viagens úteis promovem a expansão da consciência, ampliamos as relações (externo) para nos entendermos melhor (interno).
    Abraços,
    Wil

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